.... ENTRA NA JUSTIÇA PARA TRABALHAR DE VESTIDO E BATOMO transexual Nilson Pereira da Silva recorreu à Justiça para reivindicar o direito de trabalhar com roupas de mulher. Ele é motorista de ambulância da prefeitura de Itu (98 km de São Paulo) e desde que passou a usar vestido, sapato de salto alto e outros acessórios femininos, há dois meses, alega que foi retirado da escala de serviço.
Segundo ele, o chefe do setor mandou que ele ficasse “à disposição” na repartição, mas não atribuiu a ele nenhuma outra função. Como não é escalado para as viagens, o motorista permanece as nove horas do expediente sentado num sofá na garagem das ambulâncias e, como agora não viaja, perdeu o direito a horas extras e outros benefícios, passando a receber apenas o salário regular.
Nota publicada na seção BALAIO, edição de maio/2009 da revista profissional&negócios.
