sexta-feira, 20 de março de 2009

Múcius de Almeida Vasconcelos, comanda área comercial do Instituto Passadori

Múcius Vasconcelos é o novo integrante da equipe do Instituto, que este ano completa 25 anos. Economista, pós-graduado em Marketing pelo Mackenzie, em 2006 concluiu MBA em Gestão Empresarial Estratégica e Didática de Ensino Superior pela USP. Tem mais de 30 anos de experiência em gestão comercial, incluindo vivência internacional na formação de joint ventures e transferência de tecnologias. Há mais de 10 anos atua como facilitador nas áreas de vendas, marketing, auto-estima, motivação, modelagem de processos, comunicação verbal e marketing pessoal e etiqueta empresarial. Vasconcelos acumula junto com o marketing, o trabalho de facilitador no IP.

AAPSA - 49 anos

Ontem a comunidade "Aapsiana" comemorou mais um aniversário da instituição, com direito a bolo e espumante. Em torno de 150 pessoas prestigiaram, juntamente com toda a diretoria, o evento. E Reinaldo Frascino, atual presidente, aproveitou a comemoração para lançar o projeto 50 anos. Com uma exposição objetiva e precisa, Sérgio Gouvêa, diretor de atendimento e sócio da CTO Publicidade, apresentou a todos o novo selo comemorativo das bodas de ouro.
Em primeira mão para o Erreagá no Ar o selo comemorativo.

Monster no Brasil

Depois de 18 meses operando de forma tímida, a Monster - maior site de recrutamento e seleção do mundo - resolveu acelerar tudo que pode para se estabelecer no Brasil. A crise internacional foi o combustível que deu força a esta decisão. A operação já é toda realizada em território nacional e aguarda-se, com esta decisão, uma fase de intensa disputa entre os sites de recrutamento.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Terceiro Setor


É legal quando a gente percebe que nossas idéias estão conectadas no mundo astral ou real. Em 18/02 publiquei neste Blog uma idéia a partir de uma visita a uma exposição dos Médicos sem Fronteira. Vamos relembrar o que escrevi:

"Tive a oportunidade de conhecer recentemente uma exposição do trabalho desta organização na Praça da Sé em São Paulo e fiquei pensando em quantos profissionais que estão desligados de empresas poderiam dedicar um tempo para um trabalho voluntário que realmente faz a diferença. Claro que muita gente tem questões familiares a considerar, escolares, de saúde, etc. que é impeditivo para um deslocamento da onde mora por um período, porém, sem dúvida nenhuma, deve existir um outro grupo de pessoas com disponibilidade para tal e que poderiam analisar uma alternativa. Se você estiver neste grupo com possibilidade para um "sabático humanitário" vai aí a dica do site do Médicos sem Fronteira e os critérios para seleção de voluntários: http://www.msf.org.br/mhome.asp"...


Bem, para minha surpresa, saiu publicado no The New York Times desta semana, matéria com o seguinte título: DEMITIDOS SE VOLTAM PARA O TERCEIRO SETOR. Ao contar sobre uma executiva que estava no "topo do mundo" e, de repente, viu-se realizando trabalho social de explicar para desabrigados da crise como arrumar um prato de sopa, a matéria fala sobre a "um crescente exército de novos desempregados que estão marchando para os escritórios das ONGs em busca de fazer o bem, conhecer pessoas ou simplesmente preencher o tempo que costumavam gastar no escritório".

Quem sabe conseguiríamos difundir algo semelhante por estas terras.

Rais - Não se esqueça


Uma lembrança que pode ajudar muitos rh's: A RAIS deve ser entregue até o dia 27 de março. Entregando no prazo, sua empresa garante o pagamento do abono salarial PIS/PASEP para os colaboradores.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Falta de educação é justificada pelo excesso de trabalho???


Coisas interessantes acontecem no dia-a-dia corporativo. Certamente você já deve ter passado por uma dessas - e tomara que não tenha sido o causador.
Vejam só: este escriba que vos escreve e um fotógrafo deslocaram-se até o escritório de uma diretora de RH da filial brasileira de um grande banco americano para uma homenagem, previamente marcada, combinada e confirmada no dia anterior.
Esta visita estava em negociação há pelo seis meses em razão do excesso de trabalho da profissional acima mencionada, o que dava para entender perfeitamente, pois a crise "trombou" com este banco americano como se fosse uma carreta lotada pegando um fusquinha em plena descida da estrada de Santos.
E ainda a razão da visita era a de entregar-lhe uma distinção ganha por votação junto aos colegas de profissão, fazer fotos, pegar depoimentos, enfim, nossa missão era a de transmitir ao mercado o agradecimento da dita profissional à láurea que parecia merecer.
O que aconteceu? simplesmente, sem o menor compromisso com a etiqueta corporativa e educação profissional, foi a outro compromisso deixando os visitantes ao Deus dará. Destinou pobre colaboradora para dar o recado que "reunião urgente" havia aparecido, sem ao menos dar-se ao trabalho de designar um executivo que fizesse as honras da casa, tendo em vista a impossibilidade da grande chefe não estar por ali.
Bem, por aqui podemos pensar: se um executivo, nível diretoria, empresa multinacional, age desta forma com a comunidade externa - no caso, imprensa - o que dirá a forma como trata seus colaboradores e, pior ainda, os colaboradores de outros departamentos. E o que é pior: a profissional em questão é de RECURSOS HUMANOS!!!! Lamentável!
Assinado: um escriba indignado com a falta de educação na alta direção.


Você não se sente assim?


... quando - por alguma razão escorregando do Olimpo e caindo no patamar dos mortais contribuintes - o pessoal do PMDB resolve explicar os seus atos ou quando você, inadvertidamente, é atingido (literalmente) por alguma propaganda na qual eles se apresentam como grandes interessados e defensores da população?

É, RH também é cidadão e pode ter suas opiniões políticas... ainda mais quando nos deparamos com políticos com faca nos dentes dispostos a tudo para defender seus........ eleitores!

Opt Out - sabe o que é?

Eita sopa de letrinhas, mas vamos lá... você sabe o que significa? Lendo hoje o Valor Econômico, deparei-me com esta maravilha e, lógico, não podia deixar de compartilhar com os amigos do blog.

Então, segundo a matéria, "é um típico movimento cada vez mais comum no mundo do trabalho. O termo - que numa tradução livre significaria optar por fora ou afastar-se de uma organização - foi cunhado em 2.003 pela jornalista Lisa Belkin, em reportagem publicada no New York Times para descrever a iniciativa de um alarmante número de mulheres executivas, altamente qualificadas, que, na época, trocavam a carreira pela maternidade".

Ainda segundo a matéria, "o termo foi posteriormente apropriado por especialistas em carreiras, como Lisa Mainero e Sherry Sullivan, para analisar o crescente êxodo de profissionais de ambos os sexos que, voluntariamente, decidem romper com as formas de carreira tradicionais".

E pasme! no Brasil, Ana Carla Scalabrini é autora de uma tese de mestrado defendida na FEA-USP sobre TRAJETÓRIAS DESCONTÍNUAS, um dos primeiros estudos sobre o tema no país.
Bernardo Leite Moreira* contou-me como andam seus contatos no mundo corporativo e disse que tem recebido muitas consultas sobre como o RH pode atenuar efeitos profundos da crise no emocional dos colaboradores. Efeitos como alto nível de ansiedade, queda de produtividade, aumento de problemas físicos, etc.

. Para ele também aumentou a procura por Coaching, tanto de profissionais em transição de carreira como de profissionais de empresa, para trabalho direto com os líderes da organização.

. Que alguns setores da economia não sabem da crise e continuam contratando e não fazem propaganda disso.
Muito boa esta frase, héim..

. Que o mercado de consultoria tem afirmado que este mes de março iniciou recuperação (inicialmente por aumento de vagas em disponibilidade e aumento de solicitação de propostas para treinamento), que janeiro e fevereiro (principalmente) foram quase inexistentes.
* Bernardo Leite Moreira é psicólogo, com especialização em Administração de Empresas. Tem experiência de mais de 20 anos em empresas de diversos segmentos empresariais, em nível gerencial e diretivo. Palestrante e articulista na área de gestão, comportamento organizacional e estratégia, com vários artigos publicados

terça-feira, 17 de março de 2009

ABRH-SP apresenta dados de pesquisa

O Jornal de Recursos Humanos da ABRH-SP que será publicado no Caderno de Empregos do Estadão no próximo domingo, dia 22 de março, apresentará dados obtidos a partir de uma pesquisa aplicada aos participantes do Fórum Crise Econômica & Relações Trabalhistas, realizado no dia 10 de março.

Entre as questões respondidas pelos RH's participantes do evento, quero comentar o resultado de duas. A primeira, cuja pergunta foi:

Na sua opinião, o preparo dos profissionais de recursos humanos para lidar com os efeitos da crise econômica sobre as relações de trabalho, o resultado foi o seguinte:
1.) Mínimo: 4,1%
2.) Pequeno: 44,9%
3.) Razoável: 44,9% e
4.) Grande: 6,1%

Realmente, é alarmante saber que - naquele grupo de profissionais respondentes - 93,9% acredita que os colegas tem um preparo do razoável para baixo.... Uma pergunta: com toda essa história de RH estratégico e antenadíssimo com a realidade empresarial, não era para termos um percentual um "pouquinho" maior de profissionais com grande preparo? 6,1%? porca miseria....

A segunda, cuja pergunta foi:
Na sua opinião, o preparo da Liderança de sua Empresa para lidar com os efeitos da crise econômica sobre as relações de trabalho, o resultado foi o seguinte:
1.) Mínimo: 14,3%
2.) Pequeno: 55,1%
3.) Razoável: 24,5%
4.) Grande: 6,1%

Aqui a coisa também está feia... não vou fazer conta, você mesmo que conclua.
Bem, por outro olhar - como "acionista" da ONG Otimistas Incorrigíveis S/A - vimos aqui uma ótima oportunidade para formar rh's e lideranças no tema "como trabalhar a gestão de pessoas em cenários econômicos instáveis"....

O Desafio de Empreender


Hoje conversei com João Marcos Varella, psicólogo, profissional de gestão de pessoas e consultor atuando na DBM há muito tempo, sobre seu livro O DESAFIO DE EMPREENDER, Coaching para criar e gerir um negócio. Eu, como bom empreteco*, gedista** e empreendedor, tenho profundo interesse pelo tema e pelas influências que a gestão de pessoas tem sobre o resultado de um negócio/empreendimento comercial, de qualquer segmento da atividade econômica, daí a razão de buscar títulos sobre o tema. Bem, o João tem credenciais sólidas para escrever sobre o assunto, pois:

1.) Seu avô e pai foram empreendedores e ele respirou esse assunto desde que pequenino,

2.) Quando adulto ele também tornou-se empreendedor, na qualidade de investidor e participou de inúmeros projetos comerciais,

3.) É psicólogo, observador nato do comportamento humano,

4.) Na qualidade de consultor, vivencia as agruras de quem tem que decidir se deve deixar o conforto (aparente?) de um emprego para lançar-se no mundo incerto do negócio próprio.


Além disto tudo, é um perfeccionista: estudou técnica de produção de roteiro para poder utilizar uma linguagem que fosse amigável ao extremo para o leitor, que pudesse transmitir os conceitos de forma leve, mas consistente. Ainda não li o livro - o farei no próximo final de semana - mas quem o leu garante que ele acertou no alvo (Dr. Volnei Tadeu Ferreira, VP jurídico da ABRH-SP, por exemplo). Taí a dica.
*empreteco: sujeito (a) que participou do Empretec, programa das Nações Unidas orientado para empreendedores e ministrado no Brasil pelo Sebrae,

** gedista: sujeito (a) que participou do GD Grupo Dirigido de Psicodinâmica em Negócios que é um processo de desenvolvimento para empresários e profissionais que trabalham com negócios, que aproxima dois mundos até então distantes: Psicodinâmica e Negócios. Com o propósito de potencializar os resultados da empresa, o GD promove uma mudança de comportamento em seus participantes que passam a obter ganhos mais efetivos, tanto no que se refere à vida pessoal como profissional.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Aviso prévio - nova tributação é questionada

Em janeiro deste ano foi publicado o decreto nº 6.727 cuja determinação de se recolher contribuição previdenciária de 20% sobre o chamado aviso prévio indenizado implica em aumento de custo da empresa no momento da demissão.

Segundo Valor Econômico de hoje, "a medida já foi, no mês seguinte à edição, alvo de nove das 75 ações ajuizadas por empresas contra a delegacia da Receita Federal nas varas federais da capital paulista".

Ainda segundo a matéria "Klabin, Carrefour e General Motors estão entre as empresas que questionam a nova cobrança.... Fora as companhias em iniciativas próprias, sindicatos e federações estão na iminência de entrar com vigor no questionamento da sua legalidade...."

Argumento principal é que o aviso prévio indenizado não é remuneração. Como o próprio nome diz, a verba rescisória tem natureza de indenização e as contribuições devem ser pagas sobre os valores de natureza remuneratória.

Se sua empresa está demitindo, atente para esta questão. Sua discussão no âmbito adequado poderá trazer menos dispêndio para o seu caixa.

sábado, 14 de março de 2009

Executivo sequestrado por funcionários?????

Nestes últimos dias o principal executivo da Sony na França foi sequestrado por.... funcionários demissionários descontentes pela qualidade do pacote de desligamento ofertado pela companhia. Eles queriam melhores condições e para forçar a negociação simplesmente sequestraram o chefão da operação francesa. Acreditam nisso?

Em outra empresa também na França, os funcionários arremessaram ovos e xingaram executivos em protesto contra o fechamento de uma fábrica de pneus e a consequente eliminação de 1.120 postos de trabalho.
Imaginaram se a moda pega?
Bem, não dá para deixar de fazer um link desta informação divulgada pela Agência de Notícias REUTERS com outra informação divulgada nesta semana sobre o pagamento das horas extras no Senado Federal do Brasil por trabalho adicional realizado em pleno mês de janeiro. De 6 a 8 milhões de reais apenas para o pagamento das extras.... Se lembrarmos o estado de miséria de muitos compatriotas por este país afora, dá vontade de fazer muito mais do que jogar ovos nesta gentalha, nesta canalhice de "bandidos" que decidem o que querem tanto lá em Brasília quanto em outros gabinetes de todas as esferas e todos os poderes em todos os Estados e Municípios, infelizmente.
Quando as pessoas de bem irão se unir e acabar com esta bandalheira que nos consome e nos empobrece?

sexta-feira, 13 de março de 2009

Recursos Humanos e a síndrome do patinho feio

Texto que encontrei no www.gruposinformaisderh.com.br, uma iniciativa da ABRH-SP e grupos informais para criação de canal de informações entre eles. Foi publicado em 10/2.006 como parte integrante do Boletim nº 006. Vejam que texto interessante para os dias atuais (e para sempre, se levarmos em conta a velocidade de mudança empreendida por certos RH’s).

“Até que ponto o ritmo das mutações organizacionais vem sendo provocado por iniciativas de RH? Ou, por outro lado, em que medida a reatividade tem sido o comportamento típico dessa área diante do turbilhão de mudanças? O que temos presenciado em trabalhos de consultoria desenvolvidos junto a diversas empresas é uma resposta tipicamente “mineira”: as duas coisas. Verdade seja dita, muita coisa mudou no “jeitão” tradicional de RH: aquela pose classuda, própria do detentor de poderes burocráticos e normativos, quase sempre aliada do discurso e à prática paternal-autoritários. Essa fase, da pequena autoridade, já passou. Em muitos casos, encontramos um núcleo extremamente ativo de RH, com profissionais de nível gerencial e técnico, agindo no centro dos acontecimentos e pilotando reformas estruturais e de processo.

O reverso da moeda também é, infelizmente, bastante comum: setores inteiros de RH cumprindo rituais burocráticos, com cheiro de mofo taylorista, numa completa alienação do que está acontecendo tanto na dinâmica de transformações internas (que acontecem, apesar de RH), como no universo de evoluções externas na comunidade empresarial.

É sempre bom lembrar Maquiavel, quando disse não existir nada mais difícil, nem mais incerto e perigoso do que iniciar uma nova ordem das coisas. Assim é também com o novo papel de Recursos Humanos. É preciso, antes de qualquer coisa, ousadia. A começar pela simples constatação do próprio RH sobre a necessidade de mudar. Mudar o que? O sentido e a razão de ser da própria área! Em outras palavras: definir uma nova missão e identidade para ela.

Alguns exemplos de um RH “afinado” com os novos tempos:
 Os profissionais da área deverão dominar o conceito e a prática de trabalho em grupos matriciais, team-works e task-forces, já que esta é a premissa para as novas estruturas flexíveis e multi-competentes.
 As antigas e clássicas análises de cargo dão lugar ao “enriquecimento de funções” ou “cargos ampliados”, na perspectiva de sintonizar as ocupações profissionais com os novos desafios do trabalho.
 Os profissionais de RH fortalecem o espírito de pesquisa e investigação da realidade, favorecendo a sintonia da Organização com o macro-ambiente em que atua.
 RH pode “abrir as janelas” das Organizações para o intercâmbio com outras instituições, empresas e comunidade, arejando o modo de pensar e de agir dos dirigentes e executivos.
 RH atua como orientador e apoiador para que cada departamento ou área da organização faça também o seu redesenho, antes que a empresa como um todo tome iniciativas desastradas, em nome desse conceito.
 O desenvolvimento das pessoas, do conhecimento e das competências profissionais (na perspectiva de educação permanente) é a grande bandeira de RH.
 Em resumo, o novo papel do RH nas Empresas e Organizações inteligentes é estimular a quebra de modelos mentais arcaicos que, se não forem revistos, acabam por restringir ou mesmo inviabilizar uma ação efetiva de engajamento das pessoas num novo tempo de participação, compromisso e contribuição.

Dorival Donadão, desde 1987 atua em projetos de treinamento gerencial e consultoria empresarial. É Administrador de Empresas com especialização em Marketing (FGV) e pós-graduação em Business pela Pace University, New York (EUA). Atualmente desenvolve projetos em Educação Corporativa, Clarificação de Valores e Estratégias e Desenvolvimento Individualizado de Executivos (www.dnconsult.com.br).

quarta-feira, 11 de março de 2009

Crise Econômica & Relações Trabalhistas

Organizado pelo José Emídio Teixeira, a ABRH-SP realizou em 10 de março evento que reuniu gente de peso para um debate que deveria contar com uma adesão muito maior dos profissionais de RH. Em torno de 100 pessoas estiveram presentes, era para ter no mínimo 10 vezes mais se os RH's realmente tivessem uma postura estratégica em sua atuação. Convenhamos, nestes tempos, o tema é um dos primeiríssimos itens na agenda dos profissionais que cuidam da gestão de pessoas nas organizações, ou não?
Os debatedores foram Guilherme Afif Domingos, Magnus Apóstolico (Febraban), Aparecido Donizeti da Silva (CUT), Emerson Casali (CNI), Ricardo Patah (UGT), Vander Morales (Assertem), Rafael Cervone Netto (Sinditextil) e finalmente Hélio Zylberstajn (FEA-USP), que inclusive apresentou dados de uma pesquisa surpreendente. O CAGED - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, criado em 1.965 pelo Ministério do Trabalho e Emprego como instrumento de acompanhamento e de fiscalização do processo de admissão e de dispensa de trabalhadores regidos pela CLT, com o objetivo de assistir os desempregados e de apoiar medidas contra o desemprego, sinalizou já em junho de 2.008 uma movimento atípico de dispensas. Movimento este agravado em outubro refletindo em estado bruto e brutal o início da grande crise. Obviamente, o governo não captou os sinais do próprio instrumento que criou para acompanhar movimentações de pessoal.
No próximo domingo, dia 15 de março, a ABRH-SP deverá divulgar um apanhado geral do evento no Jornal de Recursos Humanos, publicado no Caderno de Empregos do Estadão. É para conferir.

Ser Consultor, é o caminho! (?)


Afirmativa ou indagação?


Principalmente nestes tempos, é o caminho e ponto final segundo Dino Mocsányi, profissional com mais de 20 anos de experiência como consultor. Ele é um dos pioneiros na defesa de que trabalho tem de sobra, agora empregos... e a atividade de consultoria cai como uma luva: têm-se vários clientes (ou patrões, como dizem alguns) com os quais monta-se a renda do final do mês.
Mas é preciso - como tudo, não? - preparo para poder enfretar a rotina de captação dos clientes, trabalho no projeto propriamente dito, busca incessante de qualidade na entrega - afinal é seu nome e reputação que estão em jogo - e tudo isso acompanhado das incertezas do quanto cobrar e como cobrar. Bem, há treze anos, o Dino montou um curso de dois de duração e que já está em sua 80ª edição, o Curso de Capacitação e Aperfeiçoamento de Consultores, que tem sempre sua lotação esgotada. Inclusive, montou um grupo respeitável de troca de informações via web com os participantes dos cursos anteriores.

É uma dica para você que está pensando em mudar de cartão de visita ou mesmo estruturar melhor sua forma de trabalho caso já atue na área. Veja mais em http://www.rhcentral.com.br/agenda/mostra_release.asp?cod=4008

Quando devemos investir em pessoas

Navegando pela web, localizei este vídeo que é uma entrevista com Maria Inês Felippe, VP de Relações com a Academia da ABRH-Nacional, que versa sobre a importância de investimentos na formação e qualificação de pessoas, a despeito de situações de crise. Vale a pena dar uma olhada:


terça-feira, 10 de março de 2009

Sete vidas de Tom Coelho



Não, não... o Tom não virou felino, embora propositadamente a "orelha" da capa escrita por Mario Sergio Cortella faça conexão do livro com qualidades dos felinos... Bem, quero divulgar o lançamento do seu novo livro SETE VIDAS - Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional (Coquetel na Saraiva MegaStore do Shopping Ibirapuera, em 12 de março, a partir das 19h30). O livro de 200 páginas, prefaciado por Reinaldo Polito, é estruturado em 7... vidas: Vida 1 - Saúde e Esporte, Vida 2 - Família e Afetividade, Vida 3 - Carreira e Vocação, Vida 4 - Cultura e Lazer, Vida 5 - Sociedade e Comunidade, Vida 6 - Bens e Finanças e Vida 7 - Mente e Espírito.
Recebi o livro há pouco, dei uma olhada nas páginas iniciais e já encantei-me na de agradecimentos... pela fineza da abordagem e classe do texto. Vou lê-lo e retorno com minhas impressões.

Sapore Benefícios está chegando

Estive hoje conversando com Carlos César Coutinho, vice-presidente de expansão de negócios da Sapore Benefícios - empresa do grupo Gran Sapore, tradicional fornecedor de refeições corporativas, que contou-me sobre a estruturação do novo negócio. Os planos são de lançar a operação comercial até junho/2.009 e buscar estar entre os 4 grandes players até junho/2.010. Ou seja, em 24 meses de trabalho, do zero colocar a Sapore Benefícios com seus produtos Sapore Ristorante, Sapore Mercato e Sapore Auto em posição de destaque no mercado que movimenta algo como 10 bilhões de reais/ano.

Parabéns ao Coutinho e ao Daniel Mendez, CIO do Grupo pelo arrojo da iniciativa e competência na sua implantação.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Um dos personagens mais famosos do País, Rui Barbosa (1849/1923), baiano, jurista e jornalista, defensor das liberdades civis é o nosso inspirador de hoje.

Trecho célebre do dicurso feito no Senado Federal em 17/12/1914 quando requereu informações sobre o Caso Satélite II e esbravejava sobre a falta de justiça dos senadores, dizia assim:

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto".

Neste início de semana, desejo propor uma reflexão inspirada no trecho acima, acerca das "malandragens", pequenas e grandes falcatruas que acontecem no mundo corporativo. Falamos tanto sobre os infindáveis casos envolvendo os políticos de todas as esferas - a propósito, não cansaremos nunca de lutar contra esta odiosa marca cultural nacional, certo? que esquecemos com compactuamos muitas vezes com trapaças cometidas em nosso "mundinho corporativo". Ora, vamos começar a limpar o lixo que nos envolve e rodeia, buscando - como gestores de pessoas que somos - formas de eliminar aqueles que ou vivem para tirar e aproveitar-se do que não lhe pertence.

Na sua empresa existe alguma forma, algum processo que possibilite denunciar casos de corrupção, de roubos de qualquer tipo cometido por colaboradores? Qual a política da direção quando casos dentro da companhia são conhecidos? Porquê varrer estes casos para debaixo do tapete? Sei que são inúmeras as razões para isso, mas não podemos fazer nada?