sexta-feira, 20 de março de 2009
Múcius de Almeida Vasconcelos, comanda área comercial do Instituto Passadori
AAPSA - 49 anos
Monster no Brasil
quinta-feira, 19 de março de 2009
Terceiro Setor

"Tive a oportunidade de conhecer recentemente uma exposição do trabalho desta organização na Praça da Sé em São Paulo e fiquei pensando em quantos profissionais que estão desligados de empresas poderiam dedicar um tempo para um trabalho voluntário que realmente faz a diferença. Claro que muita gente tem questões familiares a considerar, escolares, de saúde, etc. que é impeditivo para um deslocamento da onde mora por um período, porém, sem dúvida nenhuma, deve existir um outro grupo de pessoas com disponibilidade para tal e que poderiam analisar uma alternativa. Se você estiver neste grupo com possibilidade para um "sabático humanitário" vai aí a dica do site do Médicos sem Fronteira e os critérios para seleção de voluntários: http://www.msf.org.br/mhome.asp"...
Rais - Não se esqueça
quarta-feira, 18 de março de 2009
Falta de educação é justificada pelo excesso de trabalho???

Você não se sente assim?

É, RH também é cidadão e pode ter suas opiniões políticas... ainda mais quando nos deparamos com políticos com faca nos dentes dispostos a tudo para defender seus........ eleitores!
Opt Out - sabe o que é?
. Que alguns setores da economia não sabem da crise e continuam contratando e não fazem propaganda disso.
. Que o mercado de consultoria tem afirmado que este mes de março iniciou recuperação (inicialmente por aumento de vagas em disponibilidade e aumento de solicitação de propostas para treinamento), que janeiro e fevereiro (principalmente) foram quase inexistentes.
terça-feira, 17 de março de 2009
ABRH-SP apresenta dados de pesquisa
O Jornal de Recursos Humanos da ABRH-SP que será publicado no Caderno de Empregos do Estadão no próximo domingo, dia 22 de março, apresentará dados obtidos a partir de uma pesquisa aplicada aos participantes do Fórum Crise Econômica & Relações Trabalhistas, realizado no dia 10 de março.Na sua opinião, o preparo dos profissionais de recursos humanos para lidar com os efeitos da crise econômica sobre as relações de trabalho, o resultado foi o seguinte:
O Desafio de Empreender

segunda-feira, 16 de março de 2009
Aviso prévio - nova tributação é questionada
Em janeiro deste ano foi publicado o decreto nº 6.727 cuja determinação de se recolher contribuição previdenciária de 20% sobre o chamado aviso prévio indenizado implica em aumento de custo da empresa no momento da demissão.Segundo Valor Econômico de hoje, "a medida já foi, no mês seguinte à edição, alvo de nove das 75 ações ajuizadas por empresas contra a delegacia da Receita Federal nas varas federais da capital paulista".
Ainda segundo a matéria "Klabin, Carrefour e General Motors estão entre as empresas que questionam a nova cobrança.... Fora as companhias em iniciativas próprias, sindicatos e federações estão na iminência de entrar com vigor no questionamento da sua legalidade...."
Argumento principal é que o aviso prévio indenizado não é remuneração. Como o próprio nome diz, a verba rescisória tem natureza de indenização e as contribuições devem ser pagas sobre os valores de natureza remuneratória.
Se sua empresa está demitindo, atente para esta questão. Sua discussão no âmbito adequado poderá trazer menos dispêndio para o seu caixa.
sábado, 14 de março de 2009
Executivo sequestrado por funcionários?????
Nestes últimos dias o principal executivo da Sony na França foi sequestrado por.... funcionários demissionários descontentes pela qualidade do pacote de desligamento ofertado pela companhia. Eles queriam melhores condições e para forçar a negociação simplesmente sequestraram o chefão da operação francesa. Acreditam nisso?sexta-feira, 13 de março de 2009
Recursos Humanos e a síndrome do patinho feio
“Até que ponto o ritmo das mutações organizacionais vem sendo provocado por iniciativas de RH? Ou, por outro lado, em que medida a reatividade tem sido o comportamento típico dessa área diante do turbilhão de mudanças? O que temos presenciado em trabalhos de consultoria desenvolvidos junto a diversas empresas é uma resposta tipicamente “mineira”: as duas coisas. Verdade seja dita, muita coisa mudou no “jeitão” tradicional de RH: aquela pose classuda, própria do detentor de poderes burocráticos e normativos, quase sempre aliada do discurso e à prática paternal-autoritários. Essa fase, da pequena autoridade, já passou. Em muitos casos, encontramos um núcleo extremamente ativo de RH, com profissionais de nível gerencial e técnico, agindo no centro dos acontecimentos e pilotando reformas estruturais e de processo.
O reverso da moeda também é, infelizmente, bastante comum: setores inteiros de RH cumprindo rituais burocráticos, com cheiro de mofo taylorista, numa completa alienação do que está acontecendo tanto na dinâmica de transformações internas (que acontecem, apesar de RH), como no universo de evoluções externas na comunidade empresarial.
É sempre bom lembrar Maquiavel, quando disse não existir nada mais difícil, nem mais incerto e perigoso do que iniciar uma nova ordem das coisas. Assim é também com o novo papel de Recursos Humanos. É preciso, antes de qualquer coisa, ousadia. A começar pela simples constatação do próprio RH sobre a necessidade de mudar. Mudar o que? O sentido e a razão de ser da própria área! Em outras palavras: definir uma nova missão e identidade para ela.
Alguns exemplos de um RH “afinado” com os novos tempos:
Os profissionais da área deverão dominar o conceito e a prática de trabalho em grupos matriciais, team-works e task-forces, já que esta é a premissa para as novas estruturas flexíveis e multi-competentes.
As antigas e clássicas análises de cargo dão lugar ao “enriquecimento de funções” ou “cargos ampliados”, na perspectiva de sintonizar as ocupações profissionais com os novos desafios do trabalho.
Os profissionais de RH fortalecem o espírito de pesquisa e investigação da realidade, favorecendo a sintonia da Organização com o macro-ambiente em que atua.
RH pode “abrir as janelas” das Organizações para o intercâmbio com outras instituições, empresas e comunidade, arejando o modo de pensar e de agir dos dirigentes e executivos.
RH atua como orientador e apoiador para que cada departamento ou área da organização faça também o seu redesenho, antes que a empresa como um todo tome iniciativas desastradas, em nome desse conceito.
O desenvolvimento das pessoas, do conhecimento e das competências profissionais (na perspectiva de educação permanente) é a grande bandeira de RH.
Em resumo, o novo papel do RH nas Empresas e Organizações inteligentes é estimular a quebra de modelos mentais arcaicos que, se não forem revistos, acabam por restringir ou mesmo inviabilizar uma ação efetiva de engajamento das pessoas num novo tempo de participação, compromisso e contribuição.
Dorival Donadão, desde 1987 atua em projetos de treinamento gerencial e consultoria empresarial. É Administrador de Empresas com especialização em Marketing (FGV) e pós-graduação em Business pela Pace University, New York (EUA). Atualmente desenvolve projetos em Educação Corporativa, Clarificação de Valores e Estratégias e Desenvolvimento Individualizado de Executivos (www.dnconsult.com.br). quarta-feira, 11 de março de 2009
Crise Econômica & Relações Trabalhistas
Ser Consultor, é o caminho! (?)
Quando devemos investir em pessoas
terça-feira, 10 de março de 2009
Sete vidas de Tom Coelho

Não, não... o Tom não virou felino, embora propositadamente a "orelha" da capa escrita por Mario Sergio Cortella faça conexão do livro com qualidades dos felinos... Bem, quero divulgar o lançamento do seu novo livro SETE VIDAS - Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional (Coquetel na Saraiva MegaStore do Shopping Ibirapuera, em 12 de março, a partir das 19h30). O livro de 200 páginas, prefaciado por Reinaldo Polito, é estruturado em 7... vidas: Vida 1 - Saúde e Esporte, Vida 2 - Família e Afetividade, Vida 3 - Carreira e Vocação, Vida 4 - Cultura e Lazer, Vida 5 - Sociedade e Comunidade, Vida 6 - Bens e Finanças e Vida 7 - Mente e Espírito. Sapore Benefícios está chegando
Estive hoje conversando com Carlos César Coutinho, vice-presidente de expansão de negócios da Sapore Benefícios - empresa do grupo Gran Sapore, tradicional fornecedor de refeições corporativas, que contou-me sobre a estruturação do novo negócio. Os planos são de lançar a operação comercial até junho/2.009 e buscar estar entre os 4 grandes players até junho/2.010. Ou seja, em 24 meses de trabalho, do zero colocar a Sapore Benefícios com seus produtos Sapore Ristorante, Sapore Mercato e Sapore Auto em posição de destaque no mercado que movimenta algo como 10 bilhões de reais/ano.segunda-feira, 9 de março de 2009
Um dos personagens mais famosos do País, Rui Barbosa (1849/1923), baiano, jurista e jornalista, defensor das liberdades civis é o nosso inspirador de hoje.Trecho célebre do dicurso feito no Senado Federal em 17/12/1914 quando requereu informações sobre o Caso Satélite II e esbravejava sobre a falta de justiça dos senadores, dizia assim:
"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto".
Neste início de semana, desejo propor uma reflexão inspirada no trecho acima, acerca das "malandragens", pequenas e grandes falcatruas que acontecem no mundo corporativo. Falamos tanto sobre os infindáveis casos envolvendo os políticos de todas as esferas - a propósito, não cansaremos nunca de lutar contra esta odiosa marca cultural nacional, certo? que esquecemos com compactuamos muitas vezes com trapaças cometidas em nosso "mundinho corporativo". Ora, vamos começar a limpar o lixo que nos envolve e rodeia, buscando - como gestores de pessoas que somos - formas de eliminar aqueles que ou vivem para tirar e aproveitar-se do que não lhe pertence.
Na sua empresa existe alguma forma, algum processo que possibilite denunciar casos de corrupção, de roubos de qualquer tipo cometido por colaboradores? Qual a política da direção quando casos dentro da companhia são conhecidos? Porquê varrer estes casos para debaixo do tapete? Sei que são inúmeras as razões para isso, mas não podemos fazer nada?



