Impressionante o resultado do levantamento da Secretária de Estado da Saúde de SP: entre 2.006 e 2.008, cresceu em 28,8% os atendimentos de mulheres que, em geral, têm diploma universitário, trabalham em um bom emprego e renda familiar mensal superior a 15 salários mínimos. E o curioso é que, embora tenham condição de buscar auxílio em clínicas particulares, utilizam o serviço público (SUS - Sistema Único de Saúde), quem sabe pelo receio da exposição, em suas faixas sociais, da situação pela qual estão passando.
Mônica Zilberman, especialista da Universidade de São Paulo em alcoolismo feminino, acredita nisso. Comenta que a procura na rede pública é pela vergonha de recorrer ao médico particular e ter de assumir para a família que tem o problema. "É como se o serviço público preservasse a privacidade delas".
Tendo em vista que não existe ainda um levantamento amplo sobre o assunto, imaginem se forem incluídos os números de atendimentos nas clínicas particulares...
Você, RH, pode ajudar! e muito!
Procure difundir junto aos colaboradores - via jornais internos, intranet, etc - textos e alertas sobre a questão do alcoolismo.
Busque algum programa que o ajude a detectar executivos(as) com sinais de dependência química. Converse com o médico da empresa ou veja se o plano médico tem algum tipo de programa específico.
