Estamos acompanhando o noticiário sobre o problema(ão) no qual se envolveu a Sadia na questão das aplicações financeiras de altissimo risco e, com as perdas bilionárias ocorridas, o movimento no sentindo de se responsabilizar alguém em praça pública.Bem, encontraram na pessoa do gestor financeiro o "judas" (até combina com estes dias) que deverá ser malhado em praça pública, exposto no "pelourinho", atirado aos tubarões, etc e tal, aplacando-se assim a sede de sangue - acharam o tal bode expiatório -, bem como a necessidade de se dirigir as luzes do palco para apenas um personagem, deixando-se os outros na sombra do backstage.... Sim, porquê nesta peça não deve ter apenas um personagem, quais outros estarão atrás das cortinas buscando abrigo das luzes? Essa história de que ele poderia ter feito movimentanções dessa monta sem que ninguém mais tivesse conhecimento... hummm, parece muito esquisito. E agora a decisão de processá-lo com exposição pública tipo big brother corporativo? Isso ainda vai dar muito pano para manga...
E a pergunta óbvia para um blog de temas de gestão de pessoas:
A política de buscar bodes expiatórios nos problemas de gestão repercute de que forma na estrutura da organização? O clima de salve-se quem puder, mulheres e crianças que se lasquem.... marca qual tipo de gestão na companhia?

